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Uma volta a Magny-Cours com Pedro Petiz

Uma volta a Magny-Cours com Pedro Petiz 25/06/2009

Pedro Petiz pode muito bem ser o primeiro piloto português a estrear-se na competitiva e emocionante “Superleague Formula by Sonangol” 2009, mas não é um estranho ao circuito de Magny-Cours. Na verdade, o piloto do Sporting Clube de Portugal já alinhou em várias provas no antigo traçado do Grande Prémio de França de F1, tendo mesmo conseguido resultados positivos, pelo que é um nome excelente para explicar como rodar no circuito gaulês no mínimo tempo possível.

Uma vez cruzada a linha de partida “há que abordar a primeira curva, a Grande Courbe, o mais à direita possível. É uma curva muitíssimo rápida que exige alguma precisão à entrada de forma a fazê-la o mais depressa possível.” Seguem-se duas rectas muito curtas, com uma segunda esquerda pelo meio, e que dão acesso à Curva Estoril.

“Uma das curvas mais magníficas de todos os circuitos mundiais. Muitíssimo longa e apertada, a Estoril (com o nome a dever-se à sua semelhança com a Parabólica do Circuito Estoril) é uma curva chave para Magny-Cours, pois a saída tem de ser perfeita de forma a ganhar-se o máximo de tempo possível para a longa recta a que dá acesso. Contudo, pode ser muito difícil fazê-la a alta velocidade, pois só existe uma linha limpa e sair desta poderá ditar a perda de controlo do carro.”

O traçado segue tendencialmente para a direita, com a Curva Golf a ser feita a fundo e é seguida do ponto mais rápido de todo o circuito, isto antes dos pilotos entrarem na exigente Adelaide. “É um gancho à direita que exige uma travagem muito forte depois da longa recta que o antecede. Uma curva de quase 180º que será o melhor ponto de ultrapassagem de Magny-Cours. A saída poderá ser algo complicada, pois a pista tem um desnível grande que pode condicionar a forma como um piloto pode acelerar a fundo à saída da curva.”

Um pouco mais à frente surge a primeira das três chicanes de Magny-Cours, Nürburgring, mais uma curva que evoca um famoso circuito mundial. “É uma chicane muitíssimo rápida após uma pequena recta interior. Exige muita técnica e precisão pois o corrector do lado interior é muito alto e poderá ser perigoso tocar-lhe, o que deixa uma pequena margem de pista para se atacar a primeira das curvas da chicane.”

Segue-se a 180º, ou "cent quatre-vingts", uma curva “famosa pois exige uma habilidade especial para "atacá-la". A curva é um gancho tardio à esquerda, ou seja, uma esquerda larga e pouco apertada que após 50 metros se torna um gancho. É fundamental sair da chicane Nürburgring com o carro estável pois a aproximação a esta curva exige uma entrada muito polida e muita sensibilidade nos travões de forma a evitar bloquear as rodas. A saída é fundamental pois é seguida de uma recta com cerca de 450 metros.”

A dar entrada para a parte final do circuito de Magny-Cours surge a Imola. “Outra chicane muito rápida, similar a Nürburgring, mas desta feita numa subida muito inclinada. Penso que esta curva pode ser mesmo uma miniatura da Eau-Rouge, de Spa-Francochamps, mas invertida. O downforce do carro nesta curva é incrível e sempre que se faz esta curva existe a sensação que não foi perfeita e que se pode fazer de forma ainda mais veloz!”

Quase sem tempo para respirar depois da Imola, surge logo de imediato Chateux d'Eau, “uma direita muito apertada e estreita que dá lugar a uma recta a descer. É importante ter o carro completamente do lado direito à travagem o que pode ser difícil após Imola. Existe um enorme grau de tracção no interior da curva o que permite travar muito tarde se o carro estiver bem equilibrado e estável. A saída é importante pois a recta que se segue pode ser um bom ponto de ultrapassagem.”

Quase a terminar a volta os pilotos deparam-se com a Curva do Liceu (Licée Pin). “Uma curva muito similar à Chateux d'Eau, muito apertada e estreita e com muita aderência no apex. Contudo, a curva é precedida de uma recta a descer, pelo que a velocidade na zona de travagem é muito maior do que na Chateux d'Eau. Existem várias maneiras de entrar nesta curva: ou mais lento de forma a sair mais veloz pelo interior ou com uma travagem mais tardia e maior velocidade no apex saindo pela parte mais externa da pista.”

A volta a Magny-Cours termina com a Chicane pour la ligne droite (Chicane da recta da meta). Uma direita/esquerda “muito divertida de fazer pois é muito apertada e a saída é fundamental para a recta da meta. Os correctores devem ser evitados pois são muito altos.”

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General Standings 2010 (After Round 7)

Pos Club Total
1 3 AC Milan 463
2 19 Tottenham Hotspur 461
3 8 RSC Anderlecht 427
4 9 Olympiacos 406
5 10 FC Basel 1893 405
6 7 Flamengo 357
7 22 AS Roma 338
8 16 FC Porto 276
9 2 Sporting Clube de Portugal 271
10 33 Girondins de Bordeaux 258
11 1 Liverpool FC 252
12 4 Galatasaray 236
13 24 Beijing Guoan FC 230
14 14 Corinthians 220
15 15 Atlético de Madrid 201
16 18 Sevilla FC 188
17 69 Olympique Lyonnais 151
18 5 PSV Eindhoven 138

Cumulative Prize Money

Driver Earnings until Round 7
Rigon, Davide 425,000 €
Van der Drift, Chris 325,000 €
Buurman, Yelmer 275,000 €
Dolby, Craig 210,000 €
Wissel, Max 210,000 €
Martin, John 185,000 €
Jousse, Julien 95,000 €
Tappy, Duncan 50,000 €
Gommendy, Tristan 45,000 €
Walker, James 45,000 €
Bourdais, Sébastien 30,000 €
Parente, Álvaro 25,000 €
Perera, Frank 20,000 €

SF by Sonangol Round 7 UK - Brands Hatch

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Super Final

Pos.

Team

Time

1 Beijing Guoan 6:16.188
2 RSC Anderlecht +3.223
3 Flamengo +6.693

Race 2

Pos.

Team

Time

1 PSV Eindhoven 36:47.240
2 RSC Anderlecht +12.376
3 Flamengo +17.948

Race 1

Pos.

Team

Time

1 Beijing Guoan 45:20.096
2 Tottenham Hotspur +7.438
3 Sporting Clube de Portugal +14.766

Qualifying Rounds

Pole Position

Sevilla FC

Finalist

Beijing Guoan

Semifinalist

Sporting Clube de Portugal

Semifinalist

Tottenham Hotspur
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