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Pizzonia e Paolo Rosemberg falam da época 2009 do Corinthians e olham para 2010
11/12/2009
O Corinthians pode não ter brilhado como queria na segunda época da Superleague Formula by Sonangol, mas foi um dos clubes que mais espetáculo deu ao longo de todo o ano e já está de olhos no futuro. O Timão quer voltar a ver António Pizzonia aos comandos do seu V12 de 750cc e está em negociações com o Executivo brasileiro para levar a Superleague Formula até ao Brasil.
Superleague Formula: O Corinthians foi uma das equipas em destaque este ano, mas nem sempre teve sorte. O que é que faltou?
Antonio Pizzonia: “Realmente a sorte não foi nossa companheira constante. Mesmo assim, conquistamos três pole positions, subimos três vezes no pódio e andamos sempre rápido. Tivemos algumas falhas mecânicas, humanas e erros de estratégia na nossa equipe técnica. Foi uma série de pequenas coisas que impediram o nosso sucesso absoluto quando estávamos perto das vitórias.”
SF: Como tem sido a resposta dos adeptos do Corinthians à Superleague?
Antonio Pizzonia: “Foi uma agradável surpresa ver como os adeptos do Corinthians são fiéis até no automobilismo. Eles estiveram presentes em todos os circuitos por onde a Superleague passou e acompanharam pela televisão e pela web. Por isso é importante a Superleague crescer no Brasil.”
SF: O Corinthians está a fazer alguma coisa para tentar ter uma corrida em casa?
Luís Paolo Rosenberg: “Sabemos da importância de termos uma corrida no nosso país, isso aproximaria ainda mais os fãs da competição. O Presidente Lula tem conhecimento do nosso interesse e aguardamos ansiosos por uma tomada de posição.”
SF: Quem vamos ver aos comandos do carro do Corinthians no próximo ano?
Luís Paolo Rosenberg: “Esperamos poder contar com o Antonio Pizzonia na próxima temporada, já que defendeu muito bem nossas cores nesta época. A preferência é pela sua permanência, mas sabemos que o futuro profissional do piloto ainda não está definido. Vamos aguardar uma posição dele e, caso não possamos contar com sua habilidade e experiência, veremos outros nomes que possam defender as nossas cores com a mesma garra e habilidade”
SF: Qual é o impacto de terem um dos vossos principais rivais na Superleague Formula?
Luís Paolo Rosenberg: “É essencial para que tenhamos ainda mais força, ainda mais quando se trata das duas maiores claques do Brasil e do Mundo. A SuperLeague é uma vitrine de exposição internacional em que ambos os Clubes ganham. A rivalidade é dentro dos campos e das pistas, fora delas somos brasileiros que torcem para o sucesso do adversário”
